segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Untwine: Linguagem e Programação Reversa

Um dos padrões mais recorrentes no controlo das mentes tem sido o de simplesmente inverter tudo e arrastar as pessoas para a ilusão de que as coisas negativas são boas, e que as coisas boas são negativas, e para que se adore o ódio e se odeie o Amor, pelo menos ao nível subconsciente. Este padrão foi tão longe que neste momento a maioria das pessoas nem sequer percebe o quanto isso as afecta.

O lugar mais óbvio para encontrar essa programação é na indústria cinematográfica. O horror e outras ocorrências obscuras são apresentadas de forma cínica, e consideradas úteis para dar interesse à história e, em boa verdade, tornou-se bastante inconcebível imaginar uma história sem essas coisas, sendo que parecem chatas e inúteis. Neste contexto de ver o sofrimento no ecrã (e, seguidamente, na vida real) tornou-se divertido e amoroso, sendo que as intenções pacíficas acabam por ser ridicularizadas.

Isto afecta profundamente a imaginação das pessoas e, portanto, também as suas escolhas e o que manifestam como criadores. Isto só reforça o síndrome de Estocolmo, onde as pessoas pensam que amam a sua escravidão e a vida de sofrimento, ou pelo menos, que concordam nalguma maneira.

Isto desconectou as pessoas daquilo que é verdadeiramente uma vida normal em conexão com a Fonte Criadora. Imagine uma vida onde o sofrimento não faz parte de uma boa e gratificante aventura. Onde tudo o que é necessário é providenciado incondicionalmente momento após momento, gerando uma espiral ilimitada de evolução de felicidade abençoada.

A linguagem é um aspecto das nossas vidas onde esta programação inversa tem sido profundamente ancorada. As palavras são feitas de sons arquetípicos, vibrações, e são ferramentas de manifestação.

É conhecido que “Lúcifer” significa o <<portador da luz>>, mas esta palavra foi revertida na mente das pessoas para que fosse percepcionada como algo muito tenebroso. O mesmo princípio foi aplicado a muitas palavras, em particular, naquelas cujos significados são usados para descrever o Sagrado Feminino.

Por exemplo, a palavra “monstro” em Inglês é composta por duas sílabas: mon e ster que realmente significa lua - estrela. A palavra “demónio” na verdade significa “Deusa da Lua” (Dei/Dea em latim significa Deus/Deusa, de onde vem a palavra divindade, e mon é a abreviação para a lua, como monday significa lua-dia.

O [Moon Star] é particularmente interessante porque é o símbolo escolhido pelo Islão, e que também é retratado no topo do símbolo OM (em baixo).


O nosso subconsciente percepciona sons arquetípicos, ele ouve a mesma coisa em [monstro] e [lua-estrela].

O simbolismo é uma forma de linguagem e, agora é sabido que tantos símbolos sagrados foram sequestrados e o seu significado subvertido na mente das massas. Cobra resumiu bem este processo:
"O que eles fazem é sequestrar um símbolo da Luz e usar a máquina de propaganda dos meios de comunicação de massas para fazerem com que as pessoas associem esse símbolo à escuridão, dor e sofrimento, suprimindo a energia da Deusa. Assim eles impedem uma enorme quantidade de Luz de fluir para as mentes e corações das pessoas. Eles têm feito isso com o número [666] (uma vez que é o número sagrado da deusa Vénus, agora um símbolo das forças das Trevas na mente das massas), com o pentagrama (o símbolo sagrado da deusa Vénus, agora um símbolo de magia negra para as massas incultas), com [Lúcifer] (símbolo da Deusa Vénus portadora da Luz- Estrela da Manhã, agora um símbolo do líder das forças das Trevas no inconsciente), com a suástica (símbolo da evolução espiritual, agora associado com o nazismo)." (Fonte: Cobra - ISIS?)

O número 6 é escrito como uma espiral, e é por isso que tem esse simbolismo.

Há muitos outros simbolismos menos conhecidos passados através dos media de massas. As forças das Trevas são psicopatas, eles infiltraram-se nas Escolas de Mistérios e começaram a usar o simbolismo, mas na realidade eles não sabem o que estão a fazer. Eles vêem tudo como uma fonte de poder, mas não entendem a natureza desses poderes. Um bom exemplo disso é a marca de automóveis japonesa Subaru. Esta palavra significa Pleiades em japonês, e o símbolo do fabricante de automóveis é bastante claro:


Voltando à linguagem, outra palavra do sagrado feminino que foi revertida é a palavra cunt (n.t. cona). Isto significa vagina, e agora, nas mentes das massas, tornou-se um enorme insulto. Na realidade a origem da palavra está no sânscrito kunda que está associado com shakti, e a partir dessa mesma raiz das palavras surgiu a palavra country (a Terra útero/vagina por onde a vida sai), e as palavras kind (gentil) ou same kind (do mesmo tipo) são duas noções femininas. Originalmente e em tempos antigos a palavra cunt era considerado um grande elogio para uma mulher, porque era revelador da sua beleza e do seu poder feminino, mas agora é visto como um insulto pelas massas.

Este tipo de inversão também é muito óbvia na gíria, onde todos os tipos de palavras com conotações de violência e sofrimento são usados ​​para significar algo de bom: bad ass, kick ass, killer, etc.

Isto não é nada de novo, porém, tem sido repetido por séculos. Por exemplo, porque é que a palavra awesome (que significa que ela traz algo de bom awe some) tem uma conotação positiva mas a expressão some awe (cheio de temor) é conotada negativamente? Isto acontece não só com o Inglês, mas com todas as principais línguas do planeta.

Ilustração de Nicholas Roerich.

Esta programação inversa que transforma o bom em mau cria disfunções na psique: somos levados a pensar que um som significa uma determinada coisa na nossa mente consciente, enquanto a mente subconsciente sabe que significa outra coisa. Assim, cria-se um fosso entre o consciente e subconsciente, tornando-os mais difíceis de se conectarem mutuamente.

Esta programação oculta das línguas foi claramente delineada: soletramos palavras (letra por letra) como feitiços, e escrevemos palavras, sendo que escrever em Inglês, escreve-se como write, claramente associada à palavra rite que significa rito, uma cerimónia ou ritual.

A nossa terminologia é na verdade um conjunto de termos e condições, mas podemos recuperar os sons arquetípicos e declarar os nossos próprios termos baseada na Verdade, explorando todas as áreas da nossa psique para podermos ver aquilo que realmente aceitamos e amamos na nossa realidade.


Libertação já!


Fonte: 1) http://recreatingbalance1.blogspot.pt/2016/02/reverse-programming-and-language.html 2) https://pt.prepareforchange.net/2016/02/11/programacao-reversa-e-linguagem/
Tradução: Colaborama
Revisão: Rosa de Vénus (arosadevenus@gmail.com)